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  • Ana Alencar

Eu fui ali sumir, mas voltei! Mais reflexiva que antes e mais perdida do que nunca!

Sim! Eu andei sumida, fiz uma pausa nos textos pelo simples motivo de procrastinação! Logo eu, que falo de não deixar nada para depois, deixei meu blog.

E muitas vezes a gente deixa as coisas para depois e a oportunidade passa, nos últimos meses perdi vários textos que surgiram na minha cabeça, porque deixei para depois.


Mas, cá estou para retomar minha vida de escritora amadora e para começar, quero falar sobre mudanças!


Estudos mostram que as pessoas tendem a não gostar de mudanças, já eu sempre gostei do novo, dos recomeços, mudar a rota, gosto dessa disposição que a mudança traz, essa troca de energia.

A pandemia por exemplo, me trouxe muitas mudanças, há um ano trabalho 100% home office (normalmente saio de casa só quando é muito necessário), e confesso que essa foi uma mudança que nunca imaginei, nunca pensei trabalhar em home office, sempre adorei sair de casa, ir para o escritório, ver gente, estar perto das pessoas que gosto, enfim.

No começo foi difícil de adaptar, depois comecei a enxergar o lado bom de estar em casa, e comecei minhas mudanças, interna e externa.


Mudei a cor do meu quarto, da sala, da cozinha, troquei moveis de lugar, doei coisas que não usava mais, e isso foi bom... comecei a praticar yoga, meditação, tranquei meu curso de Rh e comecei Nutrição, aprendi a usar maquina de costura, a fazer mandalas, aprendi sobre capacitismo, aprendi sobre o sentimento do outro e aprendi também a olhar mais para mim, para meus sentimentos, aprendi me conhecer ainda mais, a me aceitar ainda mais. (Acho até que já falei disso em outros textos)

Claro que todo esse processo foi e é doloroso, porque acredito que tudo é um ciclo e a cada vez que temos algo novo abrimos mão de outro velho, e o problema disso é o apego, esse sentimento que aprendemos desde a infância, e mesmo eu não sendo das mais apegadas sempre tem algo que tenho dificuldade em abrir mão, e esse é o processo de mudança, abrir mão, descontruir, abrir mão de cresças e ideias que já não nos pertencem mais e a pandemia me trouxe isso.

Se não estivesse nessa condição agora, o mundo transbordando lá fora, eu não teria mudado tanto, certamente a Ana que eu era no começo da pandemia já não sou mais hoje, e é essa reflexão que trago para você leitor.


Quem era você quando tudo começou? O que mudou? Para que lugares você olhou? A humanidade vive algo imaginado antes, há muitos erros, muitos acertos, muita dor e muita alegria, assim como tudo na vida, há sempre 2 lados, e sempre temos a escolha de qual lado vamos ficar.

A escolha é sempre nossa e a cada escolha uma renuncia, já dizia chorão.


Espero que este texto te ajude a refletir sobre suas escolhas, sobre suas renuncias.


Seja grato, aprenda com seus erros, comemore seus acertos e seja melhor a cada dia.


Até mais =)


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